Atividade desenvolvida na biblioteca do 1º ciclo de Ferreiras, animada pela assistente Natércia
Jorge Serafim, Um Talento Sem Fim... Em Ferreiras!
De aparência
robusta e afável, simples, mas marcante, apresentando-se com óculos de armação
azul e sapatilhas coloridas, Jorge Serafim, a convite da Biblioteca Escolar de
Ferreiras, e com a colaboração do Projeto Escolhas, visitou nos dias 18, 19 e
20 de abril o Agrupamento de Escolas de Ferreiras e a própria localidade e
brindou os ouvintes com o seu talento genuíno para contar histórias.
Cantou,
dançou, torceu a língua, o nariz, as orelhas, a boca, o corpo. Imitou tiques,
pronúncias, sotaques, fez caretas, gestos e andares engraçados. Imitou animais,
velhos, bruxas, Deus e o diabo, a mãe e o rapaz, o avô e o político, a árvore,
mostrou livros divertidos e sérios, coloridos e sombrios, grandes e pequenos.
Divulgou o seu próprio livro – Sonhar ao
Longe…- para leitores de todas as idades
Serafim é o
verdadeiro contador de histórias, histórias tradicionais portuguesas e do mundo:
um narrador de humor espontâneo, capaz de prender a atenção de todos os rostos
que o ouvem e que o veem, arrancando gargalhadas frequentes a crianças, jovens
e adultos que, contorcendo-se de riso, por
vezes até às lágrimas, corresponderam sempre aos seus desafios,
respondendo às perguntas, imitando sons, completando frases, repetindo os seus
gestos.
Beneficiaram
das suas histórias todas as crianças dos Jardins de Infância de Ferreiras e de
Vale Serves e todos os alunos do 1.º e 2.º ciclos e do 7.º ano do Agrupamento
em sessões que decorreram ao longo da sua estadia na localidade. Foi aplaudido
na ASCRATIA, no dia 20 de Abril por mais
de duas centenas de pessoas.
TE-ATRITO - O Varredor de Marés
O mar é meu
O mar é de toda a gente
O mar é teu
O mar não é de ninguém.
No passado dia 11 de abril os alunos das turma A e C do 5.º e 6.º anos assistiram a mais um espetáculo do grupo te - Atrito com a peça O Varredor de Marés.Esta peça não tem fim, mas é um bom principio, alertando os mais novos para a acelerada perda da biodiversidade, com profundas consequências para o mundo natural e bem estar humano. Dois atores, música, um mar de pano - ora com vida, ora com lixo - juntam-se num espetáculo sem palavras, mas onde é fácil de entender que se continuarmos a deitar lixo para o mar, muito brevemente, não teremos vida marinha...No final da peça teve lugar uma agradável e enriquecedora interação entre público e atores.
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